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Caelio Sob Medida

Quando nenhum dos prontos se encaixa

Os três sistemas prontos resolvem a maioria dos casos. Quando não resolvem, é porque a operação tem uma etapa que só ela tem, ou porque já existe um sistema que não pode parar. Aí o caminho é outro: primeiro entender a operação, depois escrever o software.

Falar sobre um projeto

Como costuma acontecer

Diagnóstico antes de proposta

Nenhum projeto começa com escopo fechado por telefone. A primeira entrega é entender onde o tempo está sendo perdido, às vezes a conclusão é que não precisa de software nenhum.

Conversa

Uma reunião para entender o negócio, o time e o que já foi tentado antes. Sem custo e sem compromisso.

Diagnóstico

Mapeamento do fluxo atual, dos gargalos e do que os sistemas existentes já resolvem. Entregue por escrito.

Proposta

Escopo, prazo e valor definidos sobre o diagnóstico, não sobre suposição. Você decide o que entra e o que fica para depois.

Execução

Entregas parciais em vez de um pacote único no fim. Você usa o que já está pronto enquanto o resto avança.

O que entra nesse escopo

Trabalhos típicos

Integração com o que já existe

Conversar com o ERP, o financeiro ou o sistema fiscal que a empresa não vai trocar, e não deveria.

Relatórios próprios

Os números que a sua diretoria pede, no formato em que ela pede, sem exportar para planilha toda segunda-feira.

Adaptações de fluxo

Colunas, campos, etiquetas e regras de aprovação moldados a uma operação que não cabe no padrão.

Desenvolvimento sob encomenda

Sistema novo, do zero, quando nenhum produto de prateleira dá conta. Código e dados são seus.

Migração de dados

Trazer clientes, histórico e cadastros de onde eles estiverem hoje, inclusive de planilha e de sistema antigo sem exportação.

Consultoria em gestão

Organizar o processo antes de automatizar. Automatizar bagunça só produz bagunça mais rápido.

Falar sobre um projeto

Descreva o seu caso

Duas ou três linhas bastam para a gente entender se é caso de projeto. O diagnóstico da operação vem antes de qualquer proposta, e ele é uma conversa.

É por onde a gente responde.

Duas ou três linhas bastam. O diagnóstico vem depois, na conversa.

Conte o problema

Descreva a operação e o que está travando. A primeira conversa é para entender se faz sentido, inclusive se a resposta for que não faz.